Sua filha passou no vestibular? Cuidado! Ela pode ser estuprada na faculdade

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CPI das Universidades conclui trabalho com mais de 110 estupros só na USP. Cada vez mais frequentes os estupros universitários estão violentando calouras em todo o Brasil.

Após 83 dias de investigações, mais de 100 pessoas ouvidas e um volume de aproximadamente 9 mil documentos, a CPI das Universidades chegou ao seu final nesta semana. Foram 37 audiências que produziram um relatório final de 194 páginas, nas quais foram relatadas uma série de barbaridades vividas no mundo acadêmico. Alguns dados espantam.

Veja neste vídeo imagens fortíssimas de trotes onde as estudantes recém aprovadas são submetidas a simulações de estupro.
Um dos pontos mencionados no relatório foram  os 112 estupros ocorridos apenas na Universidade de São Paulo (USP) nos últimos dez anos, com base em um trabalho realizado pela professora Maria Ivete Castro Boulos, daFaculdade de Medicina da USP (FMUSP). A maior instituição universitária da América do Sul.

“O que mais acho urgente é tirar tudo o que ocorre nos trotes violentos do atentado violento ao pudor, de elevar à categoria de tortura. Trote é uma forma de tortura”, disse o presidente da CPI, deputado Adriano Diogo (PT), também presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Casa.

Sabe qual é o maior problema? As universidades estão sempre do lado dos trotistas. Eles são os futuros dirigentes, serão aprovados nas melhores vagas na residência médica, eles serão promovidos nas escolas de engenharia como melhores gerentes, terão currículos para que as melhores empresas os contratem, porque os trotistas são os caras do silêncio criminoso, da cumplicidade. As universidades precisam se preparar para o que acontece fora da sala de aula. Educar não é só dar uma aula de biologia, de química, de matemática. Educar é uma coisa integral, e isso não ocorre hoje.

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