Cabeleireiro é humilhado por ser heterossexual

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A reportagem do Ronda policial foi a Cariacica, municipio da região metropolitana de Vitória, para conhecer a história de Wellington Peixoto. Um cabeleireiro que está sendo alvo de assédio moral no trabalho por ser heterossexual.

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Wellington revelou que no ambiente de trabalho sequer pode usar seu nome de batismo, por ser considerado “brega e de pouco punch artístico”. No salão ele é chamado de Tom, mais especificamente Tom Lopez. Antony Oliver, proprietário do salão, diz que “quem quer cortar cabelo com macho vai numa barbearia. Quem vai em salão é porque gosta da viadagem”.

Tom constantemente é alvo de preconceito e humilhação por parte de seus colegas que não admitem a ideia de trabalhar com um cabeleireiro que seja heterossexual. Johnny Petit, colorista do salão que foi batizado como João do Carmo, diz que “Tom é gay. Ele apenas não descobriu ainda. Ninguém escolhe esta profissão à toa”.

Você concorda que os cabeleireiros necessariamente devam ser homossexuais? Confira na reportagem o drama de Tom. O cabeleireiro que é forçado a se passar por gay.

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