Você vai ficar revoltado quando souber a verdade sobre os médicos cubanos no Brasil

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Pela primeira vez a mídia fala toda a verdade sobre a vinda dos médicos cubanos para o Brasil. Você vai entender porque o Conselho Federal de Medicina é contra a Medicina Cubana.

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Veja este comentário do jornalista Jorge Pontual da Globo News e perceba porque os médicos brasileiros sentem tanta raiva dos médicos cubanos.

No programa Sem Fronteiras (Globo News) de sexta-feira (30), o jornalista Jorge Pontual entrevistou a socióloga estadunidense Julie Feinsilver, autora do livro “Curando as Massas”, que estuda a medicina de Cuba há mais de 30 anos (ver no minuto 15′).

No programa é informado que com a revolução cubana de 1959, metade dos elitistas médicos cubanos fugiram para Miami e sobraram apenas 3 mil e 14 professores de Medicina.

O comandante médico argentino Ernesto “Che” Guevara criou e implantou o sistema de saúde comunitária que formou milhares de novos médicos cubanos, que depois saíram pelo mundo em missões humanitárias na África, Haiti e outros locais.

Cuba tem hoje índices de saúde dos melhores do mundo, melhor do que o dos Estados Unidos da América e de muitos países da Europa. A Organização Mundial de Saúde considera o sistema cubano um modelo a ser seguido por todos os países do mundo.

Há resistência das entidades médicas em outros países porque o sistema cubano é uma verdadeira revolução, com o médico vivendo dentro das comunidades: “um exemplo para o mundo”.

O programa ainda mostra que Cuba já enviou médicos ao Brasil em outras oportunidades, e posições de outros estudiosos que defendem o programa Mais Médicos.

Veja o programa de 24 minutos, clique aqui.

Médicos cubanos revolucionam atendimento em comunidades no Espírito Santo

Em 2012 foi inaugurada a Unidade Regional de Saúde (URS) de Planalto Serrano, na periferia do município de Serra, no Estado do Espírito Santo. Segundo a coordenadora da unidade, Naiara Vidoto, o estabelecimento abrange uma população de aproximadamente 12 mil pessoas.

Com três equipes de Saúde da Família, sendo dois médicos principais e um médico de apoio do Programa “Mais Médicos”, Naiara conta que a relação tem sido muito positiva. “Nós contamos com três médicos cubanos na unidade. Eles foram muito bem recebidos pela população e já estão se sentindo em casa”, afirma Naiara.

Dois dos médicos cubanos são Orlando Maure Ceballo, 47 anos, e Tamara Delgado Riesgos, 51 anos. Eles chegaram na unidade em dezembro do ano passado e já conseguiram resolver o atraso nas consultas de pré-natal, desenvolveram um programa de atendimento para os casos de hipertensão e diabetes e tiveram a iniciativa de sistematizar as consultas domiciliares.

“Ainda temos que organizar muita coisa, mas estamos felizes com o resultado do nosso trabalho. Estamos ajudando a quem precisa”, afirma Tamara.

Já no posto de saúde de Taquara I, na periferia de Serra, Orelys Reyes Madrazo, médico cubano de 39 anos, explica que não é a primeira vez que sai de Cuba para trabalhar em – como ele mesmo define – uma missão humanitária internacional.

“A demanda aqui é bem alta”, diz o médico. Com uma população de aproximadamente 5 mil pessoas na região, foi em dezembro de 2013 que a unidade recebeu o reforço do Programa “Mais Médicos”.

“Nós fomos premiados com a vinda dele para cá. Ele é um médico sensacional”, afirma a gerente de serviços de saúde, Zilá Gonãlves Fausto.

Com as unhas do pé pintadas no chinelinho diminuto, enfeitado com a imagem de uma princesa da Disney, Ana Beatriz Mota Pereira, de 2 anos, aguardava sua vez de ser atendida no posto de saúde de Taquara I. Na primeira consulta com o Dr. Orelys, foi diagnosticado um quadro de bronquite asmática, e agora Ana Beatriz retorna ao posto periodicamente para seguir o tratamento e ser avaliada.

“Eu fico rindo dele às vezes porque ele fala engraçado, mas entendo tudo o que ele diz. A gente está seguindo o tratamento que ele mandou direitinho”, conta Leonara Pereira, 19 anos, tia da paciente. “Eu também me trato com ele, e gosto desse médico. Eu estava com uma infecção, alguma coisa no sangue eu acho, mas já fiquei boa, e a Ana já está melhor também.”

Visando à cobertura universal e ao controle e erradicação de doenças, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMSvem apoiando o Ministério da Saúde na implementação do Programa. Este apoio inclui o suporte técnico à ampliação da estratégia da atenção primária de saúde e da melhoria da estrutura da rede de serviços de saúde, além da avaliação da cooperação técnica neste campo específico.

FONTE: UNICEF

 

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