Viadinho : Paulo Betti foi agredido por um professor muito famoso

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O sucesso do personagem Téo Pereira na novela Império levou o intérprete da personagem a um episódio de violência sem tamanho. E o pior é que a violência partiu de um professor famoso.

Teo Pereira_personagem_Paulo Betti_Império_2015

Paulo Betti usou seu Facebook na noite deste Domingo (3) para disparar contra o antropólogo Roberto DaMatta. O ator, que até então defendia não ter sido ofendido enquanto interpretava o gay Teo Pereira na novela “Império”, acabou revelando em entrevista a uma rádio carioca que houve uma exceção.

A entrevista repercutiu e o ator decidiu se pronunciar através da rede social sobre as humilhações sofridas “Fui agredido sim, verbalmente e com muita violência, por Roberto DaMatta, que na frente da própria esposa, me falou barbaridades contra personagens gays em novelas, não direi as palavras pronunciadas em respeito aos meus amigos do Facebook”.

Leia abaixo, o texto de Paulo Betti na íntegra;

paulo betti face

 

 

QUEM É ROBERTO DAMATTA?

roberto_da_mattaRoberto DaMatta ocupa a catédra de Antropologia da Universidade de Notre Dame (EUA), onde ensina desde agosto de 1987. É também professor titular do Departamento de Antropologia da Universidade Federal Fluminense. Foi professor nas universidades norte-americanas de Wisconsin-Madison e California-Berkeley, da universidade inglesa de Cambridge, onde foi membro do King’s College. Por duas vezes foi diretor de ensino da Maison des Sciences de L’Homme em Paris, França.

É também resenhista de várias revistas nacionais e internacionais de sua especialidade como o Anuário Antropológico, Mana, Revista Brasileira de Ciências Sociais, American Anthropologist, American Ethnologist, Latin American Research Review, Signs, Comparative Studies for Society and History e muitas outras.
Roberto DaMatta escreveu mais de uma centena de ensaios técnicos, inúmeros artigos para os principais jornais do país e do exterior (inclusive para o New York Times) e publicou onze livros, dos quais se destacam como marcos do pensamento antropológico brasileiro os seguintes ensaios e monografias: “Um Mundo Dividido: A Estrutura Social dos Apinayé”; “Carnavais, Malandros e Heróis”; “A Casa & a Rua”; “Relativizando: Uma Introdução à Antropologia Social”; “Conta de Mentiroso: Sete Ensaios de Antropologia Brasileira” e “Universo do Carnaval, Torre de Babel”. Seu último livro, escrito em colaboração com Elena Soárez, intitula-se “Aguias, Burros e Borboletas: Um Estudo Antropológico do Jogo do Bicho” foi recentemente publicado pela editora Rocco do Rio de Janeiro. Seu livro “O que faz o brasil, Brasil?”, recebeu o prêmio Casa Grande e Senzala do Instituto Joaquim Nabuco como a melhor interpretação do Brasil nos anos 80.

É membro titular da Academia Brasileira de Ciências.

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